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Rogério Caboclo apresenta defesa a comissão de ética, e nega assédio sexual

O dirigente afastado apresentou um documento redigido por seus advogados ao comitê de ética da CBF
Foto: Reprodução/Rede Amazônica Presidente da Confederação Brasileira de Futebol, Rogério Caboclo
Presidente da Confederação Brasileira de Futebol, Rogério Caboclo

Na última quarta-feira os advogados de Rogério Caboclo apresentaram a defesa, sobre as acusações de assédio sexual, aos integrantes da Comissão de Ética da CBF. O dirigente foi afastado inicialmente pelo período de 30 dias e, após decisão da própria Comissão de Ética, o período de afastamento foi estendido para mais 60 dias.

Segundo uma nota enviada a imprensa, o documento "apresenta laudos periciais, pareceres e provas" para convencer os integrantes do órgão da inocência do dirigente. Os advogados, na nota, também afirmam que Caboclo é 'vítima de um procedimento absolutamente viciado, que tem como base provas ilícitas, depoimentos de testemunhas evidentemente interessadas em um desfecho negativo para o acusado e fundamentação jurídica esdrúxula'.

Além da Comissão de Ética da CBF, Rogério Caboclo também é alvo de uma investigação criminal do Ministério Público do Rio de Janeiro e de outra no Ministério Público do Trabalho.