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Defesa de Caboclo declara que ele foi “mal interpretado”

Os advogados do cartola afirmam que a funcionária que o denunciou “tinha total controle da situação”
Foto: Lucas Figueiredo/CBF Presidente da Confederação Brasileira de Futebol Rogério Caboclo
Presidente da Confederação Brasileira de Futebol Rogério Caboclo

Os advogados do presidente afastado da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Rogério Caboclo, solicitaram que processo fosse arquivado. No documento enviado para a comissão de ética da entidade, pela defesa de Caboclo, é declarado que a ação do dirigente foi "em tom acima do que se poderia esperar" e de forma deselegante, mas reforçou que Caboclo não cometeu assédio sexual.

Rogério Caboclo vai ficar afastado do cargo até o fim do período imposto pelo comitê de ética da CBF, prevista para se encerrar no final do mês de agosto. Em áudios divulgados pelo programa Fantástico, o presidente questionava a funcionária se ela se “masturbava”.

De acordo com a denúncia apresentada pela funcionária, Caboclo já tentou força-la a comer comida de cachorro, chamando-a de “cadela”. A funcionária também denunciou que o cartola, constantemente, a constrangia no ambiente de trabalho e já foi exposta acerca de seu relacionamento no âmbito de trabalho.

Segundo os advogados o dirigente "foi mal interpretado". No documento enviado em defesa do cartola, os defensores afirmam que a funcionária tinha "total controle da situação" ao realizar as gravações.