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11 vitimas de lesão corporal e desacato prestam queixa contra jogadores do Boca

Após a partida entre Boca Juniors e Atlético-MG, os jogadores argentinos se envolveram em uma confusão após serem eliminados da Libertadores
Foto: Edésio Ferreira/EM/D.A Press Delegação do Boca Juniors passou cerca de 12 horas em delegacia de Belo Horizonte após eliminação para o Atlético
Delegação do Boca Juniors passou cerca de 12 horas em delegacia de Belo Horizonte após eliminação para o Atlético

Dois jogadores do Boca Juniors, da Argentina, foram presos nesta terça-feira após se envolverem em uma briga por contra da eliminação do Boca da Copa Libertadores da América. Os jogadores foram presos sob acusação de dano qualificado. Os jogadores pagaram a fiança, no valor de R$ 3 mil cada, e foram liberados no inicio da tarde desta quarta-feira.

Outros quatro membros da delegação argentina assinaram um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) por conta de acusações de lesão corporal e desacato. Polícia Civil mineira, outras 11 pessoas compareceram à delegacia para prestar queixa. Os jogadores passaram a noite de terça para quarta-feira na delegacia, no bairro Alípio de Melo.

Inicialmente apenas três membros havia recebido voz de prisão, por conta de danos ao estádio. Durante a operação outros dois membros receberam voz de prisão, segundo o delegado Luiz Otávio Matozinhos. Os nomes dos membros não foram divulgados, mas foi confirmado que todos tinham mais de 25 anos.

Foram registrados cerca de 13 vitimas da confusão generalizada que aconteceu no Estádio Mineirão. Ao todo 11 pessoas prestaram depoimento, entre seguranças e parte da delegação do Atlético-MG, além de seguranças da Minas Arena, empresa que administra o Mineirão.

Os jogadores detidos do Boca Juniors passaram 12 horas na delegacia e acabaram perdendo o voo de volta para a Argentina. A fiança foi paga pelo presidente do Atlético-MG, cerca de R$ 6 mil reais, já que o clube argentino não possuía o valor em moeda nacional. O valor foi ressarcido pelos Hermanos.