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O projeto da Superliga Europeia “está viva”, afirma o presidente do Barcelona

A equipe espanhola é um dos três que não abandonou a competição após pressão da UEFA
Foto: JOAN VALLS / AFP Joan Laporta, presidente do Barcelona
Joan Laporta, presidente do Barcelona

O presidente do Barcelona, Juan Laporta, nesse domingo comentou sobra a realização da Superliga Europeia. Uma superliga separatista, criada por 12 clubes, foi anunciada no mês passado, mas após uma enorme pressão da UEFA, os clubes que participariam da competição acabaram desistindo da participação na competição por vários motivos.

Dos 12 clubes iniciais que participariam da competição, nove times, incluindo seis times da Premier League inglesa (Manchester United, Manchester City, Liverpool, Chelsea, Tottenham, Arsenal, Milan e Inter de Milão da Itália, e Atlético de Madrid da Espanha), desistiram do plano e assinaram uma espécie de "Declaração de Compromisso do Clube", incluindo uma série de etapas de reintegração.

"O projeto está vivo", garantiu o presidente do Barça em uma reunião de sócios, onde Juan defendeu a realização da competição. O presidente insistiu que "para o Barcelona significaria um mínimo de 700 milhões de euros (830,3 milhões de dólares) por temporada, mais variáveis" pontuou.

A UEFA, após se informar sobre a organização da competição, iniciou um processo de sanção contra as equipes que estavam a frente do torneio por "potencial violação ao quadro jurídico" da entidade europeia. Real Madrid, Barcelona e Juventus, as únicas equipes que continuaram filiadas a competição, ainda correm risco se sofrerem as penalidades do Órgão.

“Tudo o que fazemos no seio da superliga é para o bem, é para superar esta situação econômica. Ajudaria muito a economia do clube” garantiu Laporta, afirmando que se o projeto for concretizado, será antes submetido à aprovação dos sócios da equipe espanhola.