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Em votação, STF rejeita as ações que queriam impedir a Copa América no Brasil

As ações que foram analisadas pelo Supremo Tribunal Federal questionavam a realização da competição no Brasil
Foto: Carlos Moura/SCO/STF Cármen Lúcia, ministra do Supremo Tribunal Federal
Cármen Lúcia, ministra do Supremo Tribunal Federal

O Superior Tribunal Federal (STF) começou o julgamento para analisar as ações que foram protocoladas e queriam o cancelamento da Copa América no Brasil na madrugada dessa quinta-feira. Os documentos alegavam que o avanço da pandemia da Covid-19 inviabilizava a realização. Antes Brasil, Argentina recusou sediar o torneio, também por conta da pandemia.

Duas das ações que foram julgadas, tiveram como relatora a ministra Cármen Lúcia que também estava presente no julgamento e rejeitou os dois pedidos. Os dois processos, um aberto pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB) que afirmava que o número de pessoas de outros países circulando em território nacional propiciava a propagação do vírus, e a outra foi movida pela Confederação Nacional dos Trabalhadores da Metalúrgicos (CNTM) solicitava ao STF determinasse que a competição não acontecesse em território nacional.

O Ministro Ricardo Lewandowski foi o relator de uma terceira ação, essa do Partido dos Trabalhadores (PT) que argumentava que o evento violava o direito à saúde e é “inadequado”.

Já no início da noite, os votos dos ministros já rejeitavam os pedidos as ações contra a realização da Copa América por maioria de votos.  A maioria dos ministros acompanhou o voto de Cármen, que rejeitou os pedidos por questões processuais.

Agora com a rejeição dos pedidos que queriam o cancelamento da competição, o torneio de seleções deve aconteder de forma normal com o calendário da Conmebol. A competição está prevista para ter seu ínicio nesse domingo(13). A partida de estreia será entre Brasil e Venezuela, no estádio Mané Garrincha, às 18h.